A industria, a Cultura Hip Hop e a nova geração do Rap e do “Happy Hop”

Publicado: abril 13, 2011 em Uncategorized
Tags:, , , , ,

Nós do Movimento e da Cultura Hip Hop compreendemos a Cultura Hip Hop, nas suas quatro vertentes, não apenas como entretenimento mas como uma forma da liberdade de expressão de ideias, um movimento de enfrentamentos as mazelas que somos postos historicamente, da conscientização de nossos irmãos e irmãs, que estão sucumbindo cada vez mais cedo ao crime, às drogas, a exploração sexual, às mais diversas violações e sentimentos humanos.

A falta de transparência na distribuição de recursos advindos da produção e o acesso intermediado por monopólios não contribuem para a diversidade musical brasileira tampouco para uma maior geração de renda dos artífices envolvidos na cadeia produtiva da música e as grandes corporações por serem sabedoras que os grandes provedores desta discussão e enfrentamento são estes mesmos militantes, estão também cooptando estes fracos de analise de conjuntura com o oferecimento das maravilhas do capital.

Vivemos um momento de definições do que é acesso, produção e distribuição da música.

As novas tecnologias, atualmente por terem a capacidade de ampliar as possibilidades de democratização da comunicação, da música e do conhecimento, atravessam um processo de ataques institucionalizados de diferentes setores que acirram a vigilância e o controle sobre o ambiente digital. Leis que regulamentam a circulação de conhecimentos e de propriedade intelectual são cada vez mais rígidas e engessam, por sua vez, as possibilidades criativas, com nítidos objetivos de determinar o que será consumido como cultura.

Nossos combatentes de outrora sofreram com ausência do estado na garantia dos direitos fundamentais e da seleção natural dos que podem em detrimento dos que não podem estão sendo cooptados, comprados com a ilusão do bem estar continuo e interminável e com isso não avaliam a atual conjuntura no cenário musical e os seus debates, em que valores como colaboração, flexibilização das leis de direito autoral, generosidade intelectual, ativismo, troca, criação livre, licenças livres, redes sociais digitais e produção compartilhada estão e serão elementos discutidos enquanto novas possibilidades que integram a produção musical e desenvolvimento local.

Deveriam estes serem os braços, pernas e mentes pensantes e representantes um momento único de re apropriação da música, arte, tecnologia e comunicação colaborativa, por todos e todas e principalmente para aqueles que até agora foram excluídos do acesso à criação, produção e apreciação da música.

Na integralidade que permeia o ser humano, a expressão cultural é uma necessidade humana que muitas vezes é negada ao excluído. Ao afirmar que cultura é um direito humano, assinalamos que a Cultura Hip Hop não é apenas uma ferramenta que sirva para chegar a algum lugar, mas que é tão fundamental quanto o direito a expressão política livre ou o direito a educação. Impele-nos também a buscar ações e atividades que expressem de forma concreta esta afirmação.

Vimos atônitos a industria fonográfica brasileira, mas com a (in) gerencia dos estadunidenses e grandes corporações, cooptando vários nomes da nova geração do elemento MC (digo o Rap) da Cultura Hip Hop, atualmente os meios de comunicação de massa vem potencializando uma nova vertente de “Jaba” o “Jaba editorial” sempre na perspectiva de organizar de forma estratégica mais uma invasão cultural e com ela a destruição de dentro para fora da essência cultural e a bola da vez à algum tempo é a Cultura Hip Hop, que historicamente vem puxando o bonde da denuncia e do enfrentamento às violências institucionais na figura da violação por parte do estado de nossos direitos garantidos pela Constituição Federal do Brasil.

Percebemos uma ação arquitetada pelos grandes empresários, os mesmos que vão na contra mão de uma economia da cultura, uma outra economia justa e solidaria, que o artista não tenha que se vender para galgar seu, também justo, reconhecimento financeiro e de um publico qualitativo, aqueles que são os verdadeiros consumidores deste produto musical, visual e estético, a questão é gradativamente transformar o Rap Nacional Brasileiro numa reprodução do que acontece nos Estados Unidos da América do Norte, um Rap Nacional Brasileiro “Made in Brazil”.

Obras muito bem produzidas mas com um conteúdo sem qualquer chance de conscientização, educação e desprendido politicamente de todas as possibilidades de enfrentar as mazelas que ainda vivemos no dia a dia, o genocídio continuo das juventudes (especialmente as de etnias de matriz africana, nativos Brasileiros e nordestinos), sempre orquestrados pelo aparato estatal policialesco, educação de péssima qualidade, a saúde em coma em estado terminal, transporte de ma qualidade e alto valor da tarifa com o nítido objetivo de inviabilizar a mobilidade dos sujeitos periféricos, entre outros que se formos enumerar aqui serão paginas e paginas de estatísticas, números que fundamentam o porque do Rap Nacional Brasileiro continuar sendo nossa voz nas mídias impressas, radiofônicas e televisivas e agora por meio das redes sociais na internet como elementos contestadores de tudo que esta de errado na nossa corrupta administração publica.

A dita nova escola da Cultura Hip Hop, essa geração que nasceu nos meados de 1980, que esta na puberdade criativa e que não vivenciou os desafios de ocupar espaços para expressão sócio-politica e cultural a base de borrachadas e gás lacrimogêneo, opressão e violência descarada da policia e do estado que não queria ver a juventude recriando ações como as das décadas de 60/70/80, esta geração “hípsilon”, que pegou o file, que não passou pelo osso, essa geração que tem acesso as tecnologias, centros culturais e estúdios bem equipados não estudaram a historia do Movimento Social Cultura Hip Hop, devem assistir mil vezes o DOC do nosso companheiro DJ Guinho, que assina a direção do documentário “Nos Tempos da São Bento”, onde muitos dos percussores do movimento hoje Cultura Hip Hop mostram o processo de luta para preparar, ladrilhar a avenida para estes que estão desconstruindo a historia, indo contra aqueles que lutaram para construir uma historia dentro da historia do Hop Hop em São Paulo, como aponta o DJ Guinho.

Esta New Schooll, como gostam de serem chamados estão abraçando uma ideia de status quo que vai suga-los ate o bagaço e depois joga-los fora, vai descontextualiza-los de suas raízes e na sequencia abandona-los a própria sorte e estaremos perdendo mais uma geração de ativistas e ganhando uma geração de alienados em uma realidade farisaica de consumode grifes, boas bebidas e putaria, a exemplo da cena estadunidense na musica Rap.

           

Anúncios
comentários
  1. Muito boa reflexão, leitura e exposição de pensamentos, instrumental d resistência e combate!

    Curtir

  2. pandugiha disse:

    dah hora

    Curtir

  3. Rafaelticano disse:

    Concerteza temos que nos policiar para que não venhamos a se contaminar e cometer o mesmo erro,dinheiro é ótimo na nossa mão ,não em nosso coração.salve o hip hop genuino.

    Curtir

  4. Mano, bela reflexão …. belissima. Aproveito para perguntar. Onde estão os precurssores do rap? Cada os ativistas do rap? Se esconderam. São poucos que tem a sua coragem de expor o pensamento. Esse tal de Happy Hop (rsrsrs) é uma piada. A violência continua ai, os problemas sociais não acabaram, o problema da drogra esta cada vez mais presente e cada vez maior nas periferias. E os caras achando que é Pop Star. O Funk tomou conta, esta disimando com a nossa juventude. E os caras achando que tudo é festa. É muita treta mano. E não vejo nenhum movimento real no sentido contrario. Temos que nos articular, nos unir, voltar a ser um “MOVIMENTO”, por que do jeito que esta ai, vai só piorar. Mas parabéns pelo artigo, e pode pah que é nóis. Uma coisa ninguem vai tirar dáqueles que construiram a estrada por onde essa Nova Escola esta passando. A Historia do Hip Hop no Brasil.

    Abraço a todos.

    Ed – Pretologia

    Curtir

  5. Eu gosto muito de mensagens positivas como neste post.
    As pessoas tem muito pouco tempo para ler e o recado acaba se perdendo.
    Postagems objetivas curtas e diretas causam mais efeito
    Abraços,
    @jblm

    Curtir

  6. gil disse:

    Salve! não tem como não concordar em numero gênero e grau, e acrescento referente o crescimento do consumo de drogas e prostituiçãio existe um movimento o FUNK (carioca0 no correto MIAMI BASE e originado como o PANCADÃO, que faz total apologia ao crime ea prostituição e existem MC’S que estão se aliando a essa massa alienatória que tem dizimado jovens e principalmente as meninas pregando o sexo livre o crime dando glórias a marcas de roupas e de veiculos automotivos, fiquei surpreso quando fui num show de rap PSEUDOUNDERGROUND e um DE RAP SUBIU CANTANDO ESSE PANCADÃO não só eu como geral atonita assistiu… Onde está a denuncia, a resistencia o HAPPY HOP que começou num peseudo underground está desmoralizando a luta de vários pre-percursores da CULTURA…. não nos deixemos contaminar não somente conscientizemos afinal esse é nosso papel como educadores e revolucionarios……

    Curtir

  7. Dj Erry-g disse:

    Saudações família, é isso ai não há vitória sem luta, e não há Hip Hop sem atitudes, continuem fortalecendo o nosso Hip Hop. axé é nóis

    Curtir

  8. ROD VEPEA disse:

    Quando comecei a participar ativamente, ainda como iniciante na cultura HIP HOP, em 1997, eu também tinha essa idéia de revolução e que em um futuro não muito distante algo de novo aconteceria não só no mercado fonográfico mas também em todo cenário cultural e político. O tempo passou e ocorreu o contrário, o capitalismo está aí e ainda mais forte do que uma parede de concreto armado. Hoje o pessimismo tomou conta de minha mente de tal forma que já não consigo enxergar as coisas sem prever ou imaginar seu lado negativo. Não posso negar que o pessimismo também enriqueceu meu senso crítico e amadureceu minhas ideias. Não encaro o pessimismo como algo de negativo, acredito que este veio como um pacote adicional de uma das atualizações do kernel do meu cérebro e nem penso em remove-lo tão cedo. O mundo está com está por causa de vários fatores culturais negativos que é muito difícil ou quase impossível reverter. O que ocorre hoje com o Rap, também ocorre com o samba, com o forró, com o rock e tantos outros seguimentos musicais. A inserção da vulgaridade, machismo e apelo sexual nas letras, foi a fórmula mágica para alienar mais ainda a população carente de informação, educação e entretenimento e, encher mais ainda o bolso de empresários da música, da televisão e da pornografia. Quanto mais o povo se afundar neste entretenimento sujo, melhor para o mercado capitalista que movimenta milhões de dinheiro e mantem os engravatados tranquilos, certos de que a maioria prejudicada, nunca irá acordar para reivindicar algo. Se o difícil é o ser, então vamos ter. É isso que o capitalismo inseriu na mente das pessoas. É mais fácil e rápido ter do que ser. É mais fácil obter algo na marra, do que conquistar através de esforço. Os quatro elementos que Afrika Bambaataa uniu, o tempo separou e hoje cada um trilha o seu caminho. No meu ponto de vista, a mudança acontece no individual e não no coletivo. Se o individual não muda, consequentemente o coletivo também não muda. O que o HIP HOP faz hoje, é trabalho de formiguinha na terra de leões. Acredito muito na filosofia do HIP HOP que politiza e abre portas para o conhecimento, mas não acredito que aliar-se a algum movimento comunista possa ser a estratégia para reverter tal situação problemática. Acredito que uma estratégia de ação empreendedora dentro do capitalismo possa ser mais eficaz. Não existe problema algum em ganhar dinheiro, desde que seja de forma honesta afinal, vender, gastar e investir são três situações totalmente diferentes. Não acredito em revolução através do HIP HOP, acredito que possa usar o HIP HOP, como uma das ferramentas necessárias para a construção de algo. O HIP HOP em si sozinho não muda nada e só aumenta a utopia. Acredito que o O HIP HOP aliado ao trabalho e ao conhecimento possa apresentar resultados melhores.

    Curtir

  9. Guilherme Botelho disse:

    Muito Bom. Texto fundamental para a discussão.

    Gostei mesmo!

    Curtir

  10. Marcelo Malê disse:

    Achei legal a sua atitude de montar um blog promovendo o hip hop,agora estamos nesse caos por conta dos penetras que estão no meio fazendo a coisa errado, bagunçando e atrabalhando o crecimento dentro do nosso movimento ex. Djs, que não tem atitude de colocar um bom som, Mcs que só falam merda e não tem formação ideológica e política e por ai vai…..
    Precisamos se unir… sim, mas tambem temos que trabalhar as nossas crianças, para entender de forma correta o que é um movimento e quem são as pessoas e posses, que lutam em pro da causa do Hip Hop.
    Axé.

    Curtir

  11. ABANDONAMOS O RAP ? NÃO JAMAIS, RIMAMOS NO ESTILO QUE GOSTAMOS SÓ ISSO, QUALQER ESTILO QUE CURTIMOS A GENTE FAZ A NOSSA PEGADA , OS GRINGOS RIMAM EM VARIOS ESTILOS POP ROCK E ETC, AQUI NO BRASIL TBEM TEM QUE TER SE NÃO OS GRINGOS VEM E FAZEM , SOMOS CAPAZES DE FAZER TBEM PRA NÓS É SEM PROBLEMAS PODEM VIR AS CRITICAS ELAS SERÃO BEM VINDAS TA LIGADO TEM RAP COM SAMBA , TEM O ROCK COM O RAP E NÓS FIZEMOS RAP COM FUNK ,COM REGGAE, FALTA RAP COM FORRO E ETC … TUDO JUNTO E MISTURADO É ISSO SEM RECEIOS, M1&M2 GÊMEOS.

    Curtir

    • Muito boa sua exposição, porem não podemos pautar nossa cultura Hip Hop na realidade dos gringos, acredito que o que vem afastando os elementos da Cultura Hip Hop da sua base histórica é justamente querer copiar o modelo comercial e de puro entretenimento estadunidense. Nossa plataforma cultural não foi construída nesta perspectiva, vimos numa pegada de denunciar as violações e anunciar sua superação, coisa que os gringos fizeram durante uma década no máximo. A critica como voce pontua no seu texto vem evidenciar que o elemento Rap esta querendo se transmutar em uma porcaria POP (sempre no pejorativo da palavra) que canta porcaria, desvinculada da realidade estes mesmos que comem ovo e rotam caviar. Vida longa ao Hip Hop, porem sempre na sua essência e base e que estes que sempre viveram a beira de tudo e nunca tiveram acesso a nada de se vendam por meia duzia de moedas, não misturemos o vendável com o vendido.

      Curtir

  12. MANO DEUSCONOSCO disse:

    capital X ”status quo”.

    Sabias palavra companheiro Bob,temos que salientar que uma cultura não é moldável,pois quando assim se faz perdemos a essência,o cerne,por fim o meio que norteia toda um ideal infringindo contra a mesma danos irreparáveis,cito a invasão portuguesa e o estado atual nos moradores originais de ‘nosso?’ país nativos agora intitulados índios, e nossos ancestrais reis, príncipes,guerreiros,(nagôs,Afar, Éwés, Amhara, Árabes, Ashantis, Bacongos, Bambaras, Bembas, Berberes, Bobo, Bubis, Bosquímanos, Chewas, Dogons, Fangs, Fons, Fulas, Hútus, Ibos, Iorubás, Kykuyus, Masais, Mandingos, Pigmeus, Samburus, Senufos, Tuaregues, Tútsis, Wolofes e Zulus).

    Porem a era magica da globalização tem enfeitiçado nossos conterrâneos com esse falso apogeu
    crentes de haverem alcançado o descanso tão merecido a seculos, esquecendo o frio do maderite
    e se acolchoando e camas cobertas de carmesim e purpura embalados pelas mulheres lindas que habitavam sodoma e gomorra, esses mesmos que postam diariamente em suas redes sociais fotos trabalhadas e frases sem fundamento demostram seu grande amor pelo happy hop, contaminam orelhas e cérebros,daqueles acostumados a sucrilhos no prato.

    Como militante e admirador do Hip Hop não fico supreso com as novas tendencias da
    “NEW SCHOLL” mais alegre mais colorida mais aberta, já que vem de uma era onde a policia num arreia mais o cacete no negrinho,pois a globalização transformou os negros em morenos e agora os morenos intitulam-se “pardos”,hoje não temos mais um programa que nos represente em cadeia nacional (cito yo mtv rap’s),temos algumas tentativas que nem sempre vingam pois existe a manipulação da informação,a injeção desenfreada de capital na busca de seu retorno quadruplicado,onde a base não é representada mais sim esses os quais nós atravessamos mares vermelhos (de sangue) para que os mesmos viessem a usufruir.

    Porem a nova safra veio poluída de “malhação”,e como diz minha mãe “quem nunca viu mel quando vê se lambuza”, estão ai encharcados de egocentrismo, síndromes de pequenos poderes,embaixadores do nada,esbofeteando-se uns contra outros sem proporem avanços significativos a o seus pares,amealharam alguns bens (porem o nordeste ainda tem sede e a sé continua lotada de crianças filhas de crianças),não cobram e não gostam de ser cobrados,porem no hip hop a cobrança é eterna e intensa.

    Muitos levantam bandeiras porem não imaginam o que é posicionamento e enfrentamento politico,não conhecem e nem buscam saber quem são e como podem usar sua “fama” para o bem de outrem,antes ficam criticando vídeo clips,e postagens de Twitter.

    Será o capital o grande vencedor da batalha iniciada a seculos, será que nos tornamos “negros limitados”, e “esquecemos os tempos difíceis”, para balburdiarmos para a malha colorida e globo-alisada,(esse é um trocadilho tripo,espero que entendam),será que o tênis X ou Y é o divisor de águas, (águas esse que ainda inundam e desconstroem barracos).

    Onde estamos com a cabeça, em livros e cartilhas de
    Marighella(http://www.carlos.marighella.nom.br/sobre.htm),

    Che(Se você é capaz de tremer de indignação a cada vez que se comete uma injustiça no mundo, então somos companheiros.),

    Salvador allende(http://pt.wikipedia.org/wiki/Salvador_Allende),

    Paulo freire (http://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_Freire),

    Ferrez (http://ferrez.blogspot.com/),ou em fones Estado Unidense de 1000 reais assinados por Dr.Dre (que até podem realçar frequências porem não melhoram/arrumam o som).

    Palavra de ordem é posicionamento, e pra dizer que não falei de flores:veja,ouça,escute,entenda reflita,mude,revolucione primeiramente sua mente.

    Curtir

  13. adrieli santana disse:

    hip hop eh uma cultura soh basta ser entendida corrretamente!!!!!!!!!
    adrieli santana- cianorte pr

    Curtir

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s