Por que desta inércia de grande parte da militância paulistana? 

Publicado: junho 17, 2017 em Uncategorized

Por que está inércia de grande parte da militância na defesa de direitos em São Paulo? 

Está posto e entendido que o prefake de São Paulo tem um projeto fechado com a especulação imobiliária, que tem planos faraonicos para a cidade e sobretudo para a região da #Luz a muitos anos. Desse a gestão Kassab, que a época foi apelidado de Nero, pelos seguintes incêndios em comunidades afaveladas.

João Doria em conluio com o governo do estado vem se apoiando na dita “guerra as drogas” para higienizar a região, com ações eugenistas ele vem desde retirar os coletivos de intervenção humanitária que a anos fazem um trabalho com aquela população, a evitar com sirenes e luzes das viaturas da Polícia que as pessoas durmam e se locomoção no acesso às parcas políticas públicas ainda existentes, pois o mesmo vem sistematicamente acabando com programas e projetos de saúde, inclusão com geração de renda e redução de danos sem colocar outra política pública no lugar.

“SÃO PAULO ESTÁ UM LIXO!”

A frase não é minha, mas de João Dória Jr. Foi proferida em 4 de dezembro passado, mas poderia ser repetida hoje. À época representava um certo exagero, pelo menos no que é visível para a classe média. Para as periferias, o quadro era, como sempre, muito problemático.

Mas agora, o abandono do que se chama zeladoria pelo alcaide que estreou fantasiado de gari atingiu píncaros espantosos até nas regiões centrais.

Buracos em profusão nas ruas, mato crescendo em parques e praças, lâmpadas queimadas, semáforos inativos, lixo pelas ruas e muito mais derrubam ainda mais a imagem de quem ficará marcado como autor de um esboço de pogrom na Cracolândia.

Dória nunca foi gestor de nada. Propagou a ideia em campanha para difundir o senso comum de que o setor público precisaria de uma hipotética eficiência privada. Bobagem. O setor privado vive da apropriação privada do lucro de forma desigual. O  público deveria se basear na apropriação social do excedente, na forma de serviços e da manutenção e melhorias dos espaços comuns a todos.

O prefeito nunca administrou uma fábrica, nunca supervisionou a feitura de um parafuso sequer. Dirigiu, isso sim, empresas de marketing e de lobbies, mantidas em boa parte através de contratos firmados com o Estado (não apenas aqueles geridos pelo tucanato, mas também por administrações petistas).

O caos urbano se acentua pari-passu aos projetos de privatização de áreas verdes, estádios e outros equipamentos, à destruição das ciclovias, ao aumento da velocidade nas marginais e à cruel política de higienismo social num país que adentra o terceiro ano de depressão contínua.

João Dória Jr. ainda é levado a sério por conta de uma mídia sabuja e comprometida até o talo com seu vezo privatizante e por setores das oligarquias que veem no almofadinha uma de suas últimas chances no jogo institucional para 2018.

Dória é uma fraude. A promessa de voos mais altos não aguenta mais seis meses de vandalismo administrativo, insensibilidade social e inépcia política.

Pensando bem, não é São Paulo que é um lixo. É seu “jestor”.

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