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Guarulhos, 06 de fevereiro de 2013.

 Carta à militância cultural 

Desde nossos primeiros passos no panorama cultural e político na cidade de Guarulhos estamos suscitando reações, defesas viscerais e apaixonadas, levantes contra a inércia e as dificuldades que o nosso Estado (governo) lento e burocrático tem para conviver com a obrigatória e incontornável quebra de paradigmas que são inerentes à implantação de projetos, programas e ações relevantes para o desenvolvimento cultural de posses, associações, cidadãos e cidadãs guarulhenses e coirmãos do Alto Tiete e/ou grande São Paulo, sem desconsiderar a cidade de São Paulo que interage de varias formas com as territoriedades supracitadas, ate, reverberando suas ações em seus vários segmentos.

Desde esses primeiros passos, estes embates, internos e externos, adquiriram contornos de construção e desconstrução, de colaboração e de rompimento, porem em todos os casos tiramos ensinamentos e aprendizados que nos capacitaram. De um lado paladinos que deflagraram suas bandeiras para defender a filosofia e o cerne conceitual da construção coletiva e do fazer “juntos”, não estão conseguindo desalforriar à imensa diversidade cultural guarulhense. Esse imenso desejo da Cultura Hip Hop de se fazer reconhecida e respeitada, considerada como matéria prima essencial à construção de uma identidade urbana, dinâmica, plural e capaz de representar o que imaginamos que somos como nação e povo, como a agua que se infiltra por todos os poros e brechas que encontra diante de si e tende a ocupar todos os espaços disponíveis e os indisponíveis também.

Isso assusta o Estado (burgueses e políticos) que, num descuido permitiram que o um Governo com viés progressista e compromissado em dar, aos que nunca tiveram pelo menos uma migalha do que teriam direito, derramassem essa água transformadora da Cultura Hip Hop na esperança dos fazedores de cultura desta cidade. E o Estado e todo o seu aparato consolidado de medidas criadas para impedir que vicejem inciativas que ameacem o seu controle reagem rapidamente, criando obstáculos diversos para que essa água da Cultura Hip Hop se espalhe e deixe proliferar a vitalidade cultural de nossa gente, maloqueira, intelectual e trabalhadora. Muitos foram os capítulos e eventos desse grande embate.

Junto com o Estado reagiram também os atores e grupos sociais atuantes no panorama cultural, repito interno e externo, habituados ao reconhecimento e acesso privilegiado que este propiciava aos recursos alocados pelo Estado à cultura. Por trás das discussões duas concepções da cultura e do fazer cultural buscavam se impor como diretrizes das ações e da formulação das políticas públicas para a cultura. Uma que, em síntese considera todo e qualquer cidadão como ente inteiro e capaz de gerar cultura, pelos seus ritos, comemorações, festejos, jeito de vestir e de comer. Capaz de eleger, por conta própria seus valores artísticos e culturais.

Outra que preconiza a separação entre quem faz arte e cultura e uma grande massa que, sem a “qualificação” exigida fica condenada a ser consumidora da arte e cultura produzida, comercializada e perversamente imposta subliminarmente através de um controle hegemônico e centralizador dos meios e veículos de difusão existentes.

Os problemas práticos decorrentes dessa guerra conceitual começaram desde os primeiros passos de nossas Culturas, com um recorte especial para a Cultura Hip Hop, tema transversal deste desabafo sistematizado – questionamentos, condenação de entidades por dificuldades em lidar com os tramites burocráticos, dificuldade do Estado em admitir os erros de seus agentes e a falta de estrutura administrativa, cancelamento ou atraso ou feitura errônea de editais (Leia-se Festival da Cultura Hip Hop, Hip Hop nas férias e etc.) e outros percalços – mas no “Governo” havia uma certa prevalência de grupos que não defendiam com empenho a luta.

Durante a campanha para as eleições de vereança e prefeitura já vivíamos um combate fratricida, até mesmo dentro da Cultura Hip Hop, e suas vertentes, entre os homens e mulheres vinculados a partidos políticos da base de sustentação do Governo e da oposição ao mesmo e que defendiam os erros indefensáveis da gestão e seus subordinados, em nome de uma continuidade, ou não, de um Governo antidemocrático, cego e arrogante. Qualquer cidadão e cidadã que ousasse apontar e questionar as deficiências e falhas gritantes na execução ou proposição de projetos era duramente atacado pelos brigadistas de plantão e os questionamentos ficavam por ali mesmo esvaziados e sem eco.

Apesar dos compromissos assumidos explicitamente durante a campanha de desenvolver, consolidar e/ou ampliar os espaços de desenvolvimento das Culturas e da Cultura Hip Hop, o que vimos desde a nomeação do Prefeito Almeida e do Secretariado escolhido pelo mesmo, via um conjunto de demissões, exonerações e perseguições politicas, um conjunto de ações que iam à direção contrária do compromisso assumido. Ataques claros e revisionistas aos projetos, propostas e encaminhamentos coletivos da base de articulação cultural e não politica partidária vale ressaltar.

Passado um longo processo de discussão pública, abandono total das iniciativas de Cultura e questionamento público do compartilhamento de conteúdos pelas redes sociais da militância positiva e negativa, defesas intransigentes contra e a favor da inercia do Estado em relação ao avanço e respeito à Cultura hip Hop Guarulhense, tentativa deliberada de desqualificar e enfraquecer a base como instância máxima e legítima de representação das Culturas, temática sobre a qual nunca foram devidamente esclarecidas quais são as diretrizes e prioridades, mesmo que nós subíssemos que carnaval, teatro e shows de mainstrens são prioridades de orientação para ações futuras.

Pontos de Cultura que foram prejudicados neste período por convênios paralisados e cancelados, prêmios etc. Junto com isso veio o congelamento de recursos para o projetos e ações em uma ação deliberada para transformá-los num grande problema, tendo em vista o entendimento que ou os atores da sociedade civil ou a gestão publica não tinham competência para cumprir as normas impostas pela burocracia que continua assentada no seu trono impassível e inquestionável.

Reagimos contra essa falta de respeito em reuniões de articulação e buscamos aliados para acelerar a tramitação da Casa da Cultura Hip Hop de Guarulhos e do Alto Tiete, que acabou gerando um núcleo de resistência que assumiu o desafio de impedir a aniquilação sócio-política e cultural. Nesse processo, novos atores que já haviam integrado a base em outros tempos passaram a integrar os debates e as tentativas de articulação.

Com a chegada do Edmilson Souza vimos uma luz no fim do túnel, mas o rumo da prosa não se alterou muito! Nesse período, nada do que estava efetivamente paralisado ou advogando contra a Cultura Hip Hop não foi resolvido. Nesse momento, a decisão de qual postura a militância deveria assumir começou a acentuar os devidos encaminhamentos. Apesar de termos majoritariamente decidido que era melhor estarmos representados dentro do processo de construção da Casa da Cultura Hip Hop de Guarulhos e do Alto Tiete e aceitamos trabalhar voluntariamente no processo, o grupo que não concordou com essa escolha continuou a se mover por conta própria e a articular a luta política pela Cultura Hip Hop, pela liberação dos recursos para os Pontos de Cultura, ampliação do FunCultura e etc, segundo suas próprias ideias e conforme a dinâmica que achavam mais adequada. Todo mundo defendendo as “Culturas”, cada qual do seu jeito…

Nesse meio tempo, enquanto nada disso era feito concretamente e ninguém respondia efetivamente por isso, as nossas divisões internas se acentuaram, os debates começaram a ficar mais ásperos e as insinuações e grosserias quase polidas proliferaram, instalando um clima de desconfiança e de dificuldade em tirar uma linha de ação coesa e capaz de aplainar as diferenças.

Feito este desabafo, como que pra refrescar a minha própria memória, gostaria de contribuir para a reflexão do momento que vivemos.

Em primeiro lugar, retomando o início do meu relato, penso que a paixão não deve servir de escudo de defesa para atitudes aparentemente viscerais e sectárias. Esse comportamento aproxima perigosamente a atuação política da militância cultural.

Essa luta é mesmo muito dura e coloca à prova nossa paciência e a nossa capacidade de discernir o que podemos efetivamente fazer para que os nossos objetivos e desejos se tornem realidade. Acho que é fundamental fazermos uma avaliação das nossas forças reais e de como ampliar e fortalecer a nossa capacidade de negociação com o Estado (Prefeitura de Guarulhos) e com suas instâncias governamentais, parlamentares e judiciárias.

Sim companheiros, negociação! Por mais que façamos tratados filosóficos e conceituais para orientar nossas ações e tomadas de decisão, o sucesso na implantação da Casa da Cultura Hip Hop de Guarulhos e do Alto Tiete dessa envergadura, que traz no seu bojo transformações tão profundas na Cultura Hip Hop com viés político e nas políticas para as outras vertentes culturais, pois a Cultura Hip Hop dialoga tranquilamente com as outras vertentes culturais, mesmo sabendo que em muitas vezes esta não é uma via de mão dupla, depende de uma negociação adequada e estrategicamente bem embasada entre as culturas, a sociedade e o Estado.

E para fazer o Estado conceder aos que buscam um lugar melhor na sociedade o direito desse reconhecimento precisamos ter uma conduta mais ética e menos viciada pelo hábito de um jogo político que acaba favorecendo aos mais “espertos”, os mais articulados e os mais aptos a se contentar com algumas pequenas conquistas em troca de afagos ao ego e algumas posições no camarote do reino!

Bobcontroversista

Presidente da Associação Cultural e Educacional Movimento Hip Hop Revolucionário (MH2R)

 

 

 

Na tarde de ontem, dia 21/06/2012, após mais de uma década volto às instalações da Pontifícia Universidade Católica – PUC-SP, com o objetivo de fomentar um dialogo, que ousadamente chamaram de palestra, com estagiários no ultimo ano do curso de psicologia e gestores na área da saúde na região do Jardim Damasceno – Vila Brasilandia, o momento me trouxe ótimas recordações, entre elas pontuo as três mais importantes, pois agregaram muito a minha formação ideológica e também me levaram a um novo entendimento do “ser mais”.

A primeira, em sua ordem de importância, para mim, foi quando tive a oportunidade, única, de não só participar de uma palestra com o grande mestre Paulo Freire, mas também sentar à mesa com aquele ser humano especial e desenvolver como ele disse a época uma longa “prosa dentro de um “inimaginável” dialogo com a base, dada a importância da proximidade cada vez maior do povo com o universo acadêmico”

A segunda foi quando comecei a desenvolver alguns trabalhos e parcerias com o Núcleo de Trabalhos Comunitários – N.T.C. da PUC – SP, local onde conheci, entendi e utilizo até os dias de hoje, o Teatro do Oprimido, o Teatro do Invisível, os jogos cooperativos e as metodologias de trabalhos multidisciplinares, que tanto me ajudam no desenvolvimento das atividades com crianças, adolescentes e jovens adultos, principalmente em situação de risco, ativando a necessária “inventividade, criatividade e respeito às diferenças”.

E a terceira, foi quando de um momento, que os educandos da universidade fizeram um movimento de critica ao reitor pedindo a “liberação do consumo de maconha nas instalações do campus Perdizes”, fato este que em relação ao momento político da cidade de São Paulo, nas mãos inoperantes, no que diz respeito `garantia e defesa de direitos dos menos favorecidos econômica e socialmente, me pareceu uma afronta, uma perda de tempo e energia, que poderiam estar direcionada para lutas mais efetivas em busca primeiro da descriminalização da droga ilícita, para o atendimento e apoio a usuários de álcool e outras drogas, enfim, tentamos motivar a real função social daquela tão importante instituição e este processo me proporcionou um belo ganho de experiências que levei para todos os cantos deste Brasil por onde passei e pude de alguma forma socializar as experiências.

  No dialogo com os estudantes de psicologia daquela renomada instituição, grande parte deles (as) com o objetivo de atuarem nas periferias de São Paulo, pontuei a importância primeira de desconstruir todo e qualquer pré conceito, desconstruir os olhares estereotipados de “coitadinhos” e a potencialização de projetos assistencialistas, onde os jovens são aleijados da necessária leitura critica de suas realidades, aleijados do entendimento das situações objetivas que nos colocam em um circulo vicioso e perpetuo de alienação no jargões do “é assim mesmo um dia melhora, não tem jeito vai sempre ser assim, se Deus quiser um dia melhora, político é tudo ladrão e etc..

  Houveram muitos questionamentos, poucos dos educandos, porem importantes e pontuais por parte dos educadores, de como iniciarmos um trabalho comunitário, realmente sócio educativo, emancipador e que fomente a autonomia dos sujeitos de direitos com a necessária analise de conjuntura pautada em uma verdadeira práxis revolucionaria?

  Discutimos a necessária busca por uma ação/educação ideológica, mas dialogante e atentiva, para que se possa estabelecer a autêntica comunicação da aprendizagem, entre as gentes, com alma, sentimentos e emoções, desejos e sonhos. Ações comunitárias pautadas e “fundadas na ética, no respeito à dignidade e à própria autonomia do educando”, e a “vigilante atenção contra todas as práticas de desumanização”. É necessário que “o saber-fazer da auto reflexão crítica e o saber-ser da sabedoria exercitada ajudem a evitar a “degradação humana” e o discurso fatalista multiplicado pelos cegos manipuladores da globalização”

Discutimos, na suprema problematização os vários “porquês?”

Porque queremos criar projetos nestas regiões?

Porque elegemos as periferias como foco de intervenção de projetos?

porque a sociedade civil, trabalha e o Estado regula?

Porque o Estado, por si só não efetiva algumas das varias políticas publicas empoeiradas e esquecidas nos livros, nas prateleiras da própria universidade?

Dialogo muito gostoso e que se posto nestas simples linhas inundaríamos as nuvens virtuais da Internet com esperança (do verbo esperançar) de gana, de luta, de emoção, de vontades e de vibração muita vibração.

A mobilização para os trabalhos na Vila Brasilandia estão a todo vapor e espero ter contribuído de alguma forma para o fortalecimento e entendimento de que sempre é possível, basta para isso que acreditemos e ousemos.

   Como muito bem disse Carlos Lamarca, “Ousar Lutar, Ousar Vencer e Venceremos”

     Muito obrigado pelos ensinamentos.

Estamos as vésperas de mais um encontro da Cultura Hip Hop Paulista e como de praxe não vimos uma divulgação, participação e construção coletiva digna da Historia desta Cultura que na sua essência se faz colaborativa e inclusiva, sempre privilegiando a base, que é a sua sustentação e principal alicerce.

Uma das característica do pensar e do agir, da maneira de se relacionar e aprender que esta Cultura postula é justamente a de respeito à forma como eu vejo e nós vemos o outro. O aprender a ouvir, a valorização dos saberes que vêm da experiência e da cultura popular, a abertura para o diálogo com os diferentes e com os adversários para melhor apreender os antagonismos, são características essenciais da Cultura Hip Hop.

O combate ao autoritarismo nas relações humanas e sociais e a corajosa crítica que  ela faz ao sectarismo muito presente na vida e na política, com suas “certezas sectárias excludentes de possibilidades de outras certezas, negadoras de dúvidas” e o seu apelo à tolerância são outras marcas que vão dar consistência às ações de quem acredita no caráter coletivo da Cultura Hip Hop.

É na contestação à lógica de que a palavra deve estar com quem sabe; é combatendo a ideologia de que a base nada sabe; é duelando com a lógica expandida de que o centro ( Mainstream ) sabe e fala e a periferia do país escuta, que demonstro o potencial humano e a capacidade do povo se assenhorar do conhecimento e fazê-lo instrumento da construção de um novo sonho e de uma nova vida transformada.

Gostariamos muito que as ações de construção de intervenções de caráter publico e com recursos ($)  publico fossem melhor dialogadas, que realmente ouve-se um chamamento publico para a participação de novos e antigos agentes potencializadores dos vários potenciais que estão nos fundões das cidades periféricas e na periferia das cidades.

Este que se faz um dos mais importantes eventos do segmento cultural voltado para a Cultura Hip Hop, ainda carece de uma verdadeira participação de varios agentes culturais, educadores, Posses e coletivos que desenvolvem suas ações de forma permanente nas comunidades mais longínquas desta babilônica São Paulo.

O V ENCONTRO PAULISTA DE HIP HOP sera realizado no Memorial da América Latina no dia  19/11/11 – sábado, Como?? Leitor crítico no bate-papo II, “Memória, identidade e cidadania”. (Informações no final do texto).

Segue maiores informações:

Programação:

Apresentação

11h

Max B.O e Biba Limeira


AREA EXTERNA

12h às 18h

NO ROLÊ (carros e bicicletas – passeio demonstrativo):

– Otra Vida Bike Club + 10 anos de Guadalupe Car Club no Brasil + Vida Real Car Club + Clã-Munhão Bike Club


TENDA BAOBÁ

12h – Mc Kamau

ABERTURA:

Afro II (Abertura com tambores)

Márcio Santos – Assessor Especial de Projetos para Hip Hop

Sandra Campos – Curadora do V Encontro Paulista de Hip Hop


BATE PAPO 1: Segurança, Liberdade e Espaço

12h às 13h30

Rapper Dexter Convida: Deise Benedito (Sec. Dir. Humanos da Presidência da República), Tiely Quenn (Hip Hop Mulher) Mediação Ana Lú Silva Souza (UFBA)

Leitores Críticos:

Liege Vicente – Limeira (Fórum de Hip Hop do Interior Paulista), Pirata – SP (Fórum Municipal de Hip Hop);

Ornella Rodrigues – Santos (Conselho de Igualdade Racial)


DANÇA

13h30 às 14h30

Homenagem a São Bento (“Racha”/duelo em roda)

Marcelinho Back Spin Convida:

Geleia, Drica, João Break, Andre Guetto, Luizinho, Banks, Bispo, Tcheba, Aldo, Fernando S/A, Enoque, Thais, Gema, Alan Beat, Tchelo, Gemeos de Osasco, 3D, Romario, Diogo.

Discotecagem: DJ Ninja

BATE PAPO 2: Memória, identidade e cidadania

15h30 às 17h

Ellen Oléria convida: Osvaldinho da Cuíca (Memória do Samba), DJ KL Jay (Memória do Hip Hop), mediação: T. Kaçula (Sociólogo)

Leitores Críticos:

Denis (Itapecerica da Serra) (H2 Mor),

Thais Santos “Tata” (SP) (Frente de Mulheres no Hip Hop) e

Zulu Betinho (S. José dos Campos/Vale do Paraíba) (Hip Hop em Ação)

WORK SHOP DJ – TEMA: GERAÇÕES

17h às 18h

DJ Kl Jay e DJ Will

GRAFITANDO NO ENCONTRO

12h às 18h30

Muro

Oficina de grafitti I – grafitteiro Graphis

13h30 às 14h30

Oficina de grafitti II – grafitteio Graphis

15h30 às 16h30

RAPentinaMENTE (apresentações de improviso)

14h30 às 15h30

Repente – Adão e João Dr.

Beat Box – Thiago Beats

Free Style – SLIM Rimografia e Flow MC

Henrique Araujo – Bandolin

Dj Simmone

Samba Lenço de Mauá

Sobrevivendo na Arena (competitivo)

17h às 17h30

Batalha de Break (Roda)

17h30 às 18h

Batalha de MC (Improviso Free Style)

Inscrições 1 hora antes

ÁREA INTERNA

Foyer

Lançamento da Exposição de fotografias “Hip Hop Cultura de Rua” – Kase

Exposição Expoartskate – Dingos Del Barcos

Exibição de Vídeos e Filmes

Na literatura

14h30 às 15h30

Lançamento do Livro “Dança de Rua”, de Cris Ribeiro e Ricardo Cardoso

Espaços Livraria Kitabú (RJ) e Ponto do Livro (SP)

Espaço Erê

12h às 13h

Oficina de Breaking I (dança) para crianças – Cris Ribeiro (Cia Eclipse)

13h às 13h30

Hora do Conto I – Kiusam de Oliveira (contação de histórias)

15h30 às 16h30

Oficina de Breaking II (crianças) para crianças – Bispo SB

16h30 às 17h30

Hora do Conto II – Kiusam de Oliveira (contação de histórias)

Espaço Omi

18h às 19h

Grupo “Sarau com Elas” convida o “Literatura Suburbana”.

PALCO EXTERNO

Abertura e fechamento DJ Ruan

Ellen Oléria e Banda convidam: Amanda Negra Sim + Denna Hill + Pamelloza

19h às 20h

ENCERRAMENTO

Racionais MC´s

20h às 22h